Entre para nossa lista e receba conteúdos exclusivos e com prioridade.

O que fazer quando disfunções emocionais fazem parte da sua genética

O que fazer quando disfunções emocionais fazem parte da sua genética

19/12/2019

 

Não há dúvidas: fatores genéticos influenciam na presença de disfunções emocionais. Que tipo de auxílio procurar quando sua família possui histórico neurodivergente?

É comum encontrar quem associe disfunções emocionais a comportamentos extremos como violência, reclusão absoluta ou mudanças bruscas de humor. Mas as neurodivergências nem sempre apresentam sintomas de maneira explícita e constante, especialmente porque sintomas costumam ser fruto da combinação entre fatores biológicos e sociais. 

Há quem carregue genes de distúrbios psiquiátricos, mas não apresente sinais de disfunções emocionais por não ter influências externas que os desencadeiam. A questão é que, mesmo na ausência de manifestação, quem herda a predisposição genética precisa estar extremamente atento às mensagens transmitidas pelo corpo. 

Se você tem fatores genéticos ligados a disfunções emocionais, é provável que eles se manifestem em algum momento. Para além de doenças crônicas, há, entre outras, as agudas (que vêm e passam, como a gripe) e as recorrentes (que vêm e vão, com intervalos assintomáticos). Isso significa que, mesmo que você não tenha doenças crônicas que demandam tratamento constante, o fator hereditário das neurodivergências pode se expressar de alguma forma em determinado momento.

 

Como saber se tenho pré-disposição genética a disfunções emocionais?

Não é tão simples assim. Em 2013, um estudo desenvolvido pelo Consórcio de Psiquiatria Genômica e publicado na revista média The Lancet concluiu que cinco dos principais distúrbios psiquiátricos – depressão, autismo, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno bipolar e esquizofrenia – partilham genes comuns (com destaque para o CACNB2 e o CACNA1C).

O estudo aumentou as chances de diagnosticar disfunções emocionais com base em suas causas (pré-disposição genética, por exemplo), não apenas em seus sintomas. Mas a ciência precisa avançar bastante para que haja um exame específico que traga resultados conclusivos. O coordenador do estudo, Jordan Smoller, afirmou que os genes identificados poderão ser alvo de novos tratamentos para disfunções emocionais. 

No entanto, há impasses: construir um marcador biológico para diagnosticar transtornos psiquiátricos significa desconsiderar os fatores externos que contribuem em grande parte para a manifestação de neurodivergências. A melhor maneira de saber se há genes ligados a disfunções emocionais continua sendo conhecer o histórico familiar de cada um.

 

Minha família tem histórico de disfunções emocionais, mas eu não apresento sintomas. O que eu faço?

Trabalhe a favor da prevenção. Como foi dito, estas disfunções normalmente são desencadeadas pela combinação entre os fatores genéticos e a interação com o ambiente. Se seu dia-a-dia inclui situações estressantes e relações conturbadas, por exemplo, ou se você é uma pessoa insegura e com baixa autoestima, a chance de que estas características se unam à pré-disposição genética e provoquem uma disfunção emocional é grande. 

Dificuldades e dissabores são inevitáveis. Como não podemos reprimi-los, precisamos aprender a lidar com eles. Isto envolve autoconhecimento, capacidade de gerenciar crises e acessar o inconsciente, equilíbrio emocional e ampliação da percepção sobre o que há ao nosso redor. 

Aqui entram as terapias integrativas, práticas complementares que, aliadas à medicina tradicional, visam capacitar os indivíduos para lidarem com divergências através de força e motivação.

As terapias integrativas fornecem as ferramentas necessárias para que você entenda seu próprio funcionamento e molde suas relações e reações de acordo com o que você sabe sobre si mesmo. Olhar para dentro é um excelente mecanismo para lidar com o lado de fora com inteligência e leveza.

 

Terapias integrativas funcionam apenas para quem não apresenta sintomas?

Não! Terapias integrativas são uma excelente forma de prevenção, mas também podem fazer parte do tratamento de disfunções emocionais. Os benefícios destas terapias incluem melhora nas relações familiares, aumento da autoconfiança e autoestima, transformação de autossabotagem em produtividade, cura de traumas e fortalecimento do espírito, entre outros – e estas vantagens te guiam rumo a transformações positivas e ao caminho da pessoa que você quer ser. Não há dúvidas de que, no tratamento de neurodivergências, tais fatores são de extrema ajuda.

Decidir qual tipo de terapia integrativa é a melhor para o seu caso não é tarefa simples. Existem muitos métodos, cada um com um foco, mas todos eles prevêem o acesso ao seu inconsciente e o autoconhecimento como formas de cura. 

Minhas especializações incluem programação neuro-linguística, cura de traumas de apego precoce, hipnose clínica e hipnose ericksoniana. Tenho certeza que consigo te ajudar a encontrar o processo terapêutico que se encaixa melhor no que você precisa. 

O MetAMORphose, treinamento ministrado por mim, é uma excelente oportunidade para nos conhecermos e trabalharmos as questões profundas que envolvem seus traumas e vivências. 

Entre em contato comigo pelo WhatsApp através do número (11) 9.9857-4132 ou pelo formulário de contato e garanta sua vaga na próxima turma. Não deixe de me acompanhar no Facebook, Instagram e YouTube

O que achou do conteúdo?

Deixe o seu comentário aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Posts Relacionados

As Origens da Consciência: Além do Cérebro

As Origens da Consciência: Além do Cérebro Explorando as Fronteiras da Consciência Além do Cérebro   Neste artigo, exploramos o intrigante conceito da mente e da consciência além do cérebro. Tradicionalmente, acreditava-se que a mente estava estritamente ligada à atividade cerebral, mas à medida que examinamos mais profundamente as experiências desde a concepção até o […]

Leia Mais >

Fase intrauterina: você conhece a Psicologia Pré e Perinatal?

Você já ouviu falar em Psicologia Pré e Perinatal? Essa é a abordagem que estuda o comportamento humano na fase intrauterina, acompanhando nosso desenvolvimento desde a pré-concepção, que ocorre até 3 meses antes da concepção, até a primeira infância com 2 anos de idade.  O objetivo é relacionar as vivências da fase intrauterina e pós-nascimento […]

Leia Mais >

Síndrome do Gêmeo Desvanecido: indícios e impactos da gestação gemelar na vida adulta

Você sabia que pesquisas apontam que  cerca de 60% das gestações se iniciam de forma múltipla? Isso mesmo! Mas por motivos diversos, apenas um feto continua a se desenvolver. Porém, como essa perda de um dos embriões acontece de forma muito precoce, muitas vezes a mãe sequer tem ciência sobre a existência do segundo feto. […]

Leia Mais >

Veja todos os posts

arrow_forward